sábado, 10 de setembro de 2011

Você pra mim foi como o sol

Quando sorria, brilhava,
meu mundo aquecia e iluminava.
Mas é noite agora
Luzes artificiais, sem as cores de outrora

Perdido nessa escuridão
Com tantas estrelas e tentativas em vão
Seres que eu nunca notava
Uma vez que teu brilho maior as ofuscava

Nem cem delas juntas fazem verão
nem mil, cem mil ou um bilhão
Brilhos fracos, vazios e frios
Incapazes de causar sequer arrepios

Esses dias descobri uma tal de Lua
Jurava ter uma voz tão doce quanto a tua
Mas num instante descobri sua farça
Culpa do brilho parecido com o teu, só que sem graça.

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